Nota do editor: Este artigo faz parte de uma série sobre o feminismo publicada toda quarta e quinta feira do mês de abril. Procuramos abordar os principais tópicos deste tão relevante assunto, no entanto, sabemos que não cobriremos todas as suas faces. Nosso desejo não é criar polêmica, mas sabemos que a Bíblia quase sempre nos coloca na contramão do mundo. Nosso objetivo nesta série é estudar o que a Bíblia tem a nos dizer sobre a mulher, seu papel e seu valor, enquanto olhamos para o feminismo e o comparamos com as verdades encontradas nas Escrituras. Responderemos perguntas como: O que é feminismo? O que ele advoga? Há quanto tempo ele existe? O que afirmamos quando dizemos ser “feministas”? O que a Bíblia tem a nos dizer sobre masculinidade e feminilidade? É possível ser cristã e feminista? O feminismo é o que diz ser? Se não é, então qual a alternativa bíblica para o feminismo?

Além disso, quando planejamos abordar algo tão polêmico quanto o feminismo, sabíamos que não conseguiríamos tratar todo o assunto nós mesmas. Por isso, convidamos Thais Azevedo, amiga nossa, cristã, libertária e anti-feminista, para nos trazer um panorama histórico e um resumo das questões sociais sobre o feminismo. Ela tem se dedicado a este assunto há muitos anos e dá palestras sobre o tema.


Deus me criou mulher. Sim, diferente do que acredita Simone de Beauvoir, eu nasci mulher e sou obra do meu Criador. Ele não errou a fórmula, Ele não comete erros. Ele me fez XX, Ele me fez assim. Quando comecei a estudar sobre o feminismo, quis ir direto às fontes pois, da mesma maneira que muitos cristãos falam e fazem coisas que não condizem com a Bíblia, muitas feministas poderiam estar fazendo o mesmo. Eis o que aprendi.

Existem muitas histórias sobre quando o feminismo se originou, e enquanto algumas feministas usam conquistas femininas datadas no século XV, a maioria dos estudiosos data o começo do feminismo como um movimento coletivista social, cultural e político no final do século XIX, começo do século XX. Ele é dividido em três ondas e iremos observá-las a partir do discurso das primeiras feministas, as responsáveis por tudo isso que hoje vemos e chamamos de feminismo.

A primeira onda foi a das sufragistas. Você provavelmente já ouviu falar que se não fosse pelas feministas, nós, mulheres, não teríamos direito ao voto. Vejamos. No início do século XX, somente homens que possuíam terras tinham direito ao voto e o serviço militar obrigatório estava ligado diretamente ao direito do voto, ou seja, para votar, era preciso se alistar.(1) No entanto, somente homens eram chamados a lutar nas guerras.

Durante a I Guerra Mundial, Emmeline e Christabel Pankhurst iniciaram a campanha pelo sufrágio feminino na Inglaterra.(2) Elas ficaram conhecidas por entregar uma pena branca aos meninos, em sua maioria, adolescentes, de maneira a manipulá-los a lutar na guerra. Elas não lutavam pelo voto para todos, seu foco era somente as mulheres, e seu objetivo não era a igualdade, mas o privilégio, já que, segundo elas, apenas as mulheres mais ricas deveriam ter direito ao voto, sem advogar o mesmo para o restante da população, homens e mulheres trabalhadores braçais (3). Além disso, para se ter direito ao voto, uma pessoa era OBRIGADA a servir na guerra, mas as mulheres não queriam isso. Elas só queriam o voto, sem o ônus que isso acarretaria. Os meninos que elas convenciam a se alistar não possuíam terras, tampouco direito a voto, mas elas criam que eles deveriam morrer para defendê-las. Neste caso, a proteção masculina não era vista com maus olhos, mas encorajada, de maneira que chegava a ser uma vergonha homens que voltavam da guerra sem machucados. Enquanto as sufragistas carregavam cartazes exigindo o “direito de servir” pelo trabalho na guerra, a Sra. Pankhurst dizia que o mínimo que os homens podem fazer é que cada homem na idade de lutar se prepare para redimir sua palavra para com as mulheres (4). Aliás, esta é ainda uma ideia prevalecente no feminismo, a ideia de que TODO homem deve pagar pelo sofrimento de uma mulher.

Emmeline e suas três filhas, Christabel, Sylvia e Adela, eram privilegiadas – elas nunca tiveram que enfrentar os horrores que prontamente defendiam que outros enfrentassem. Uma das coisas que as feministas não mencionam é que Emmeline ateava fogo nas propriedades, uma “black-bloc” de saias e cheque gordo nas mãos. Ela recebia muito dinheiro dos sindicatos que, precisando de mão de obra enquanto os homens estavam em guerra, queriam que alguém convencesse as mulheres a comprar a ideia do trabalho. E aqui estava ela, Emmeline Pankhurst (5).

A segunda onda surgiu na década de 60, com Betty Friedan, que era contrária ao ideal de família, enxergava o aborto como uma questão de direitos das mulheres, e via o lar como uma prisão. Betty Friedan dizia que a mulher dona de casa se sentia enjaulada, sozinha e entediada, e é esse o tema de seu livro, um dos primeiros a falar no assunto, Mística Feminina (6). Friedan já era socialista antes de se casar, ou seja, toda a sua experiência com o casamento baseia-se na relação opressor-oprimido. Assim, tanto o feminismo quanto o socialismo dependem da aceitação de uma classe oprimida. Como disse  Kathleen Parker, “o feminismo encontrou uma causa comum com a ideologia comunista. Acabar com a família não foi incidental, e sim fundamental para essa ideologia. Na verdade, esta é outra coisa que as feministas não gostam de mencionar: o feminismo tem enorme influência socialista e, em diferentes países, se originou por meio de mulheres socialistas e suas lutas de “gênero”(7).

Assim, Friedan e todas as suas seguidoras preferem culpar o patriarcado pela sua péssima escolha de vida. Elas pretendem reorganizar a sociedade para acomodar as inseguranças femininas. Elas defendem que a mulher deva ser autossuficiente, sexualmente desinibida e liberta dos sacrifícios e das demandas do casamento e da maternidade. O bombardeamento desta mensagem na cabeça das jovens moças criou uma geração de mulheres cronicamente insatisfeitas. No entanto, cabe notar que uma característica vista em Friedan e outras feministas clássicas, como Simone de Beauvoir, Virginia Woolf, Gloria Steinem, Valerie Solanas, Ti-Grace Atkinson, entre outras, é o fracasso de suas escolhas pessoais e a consequente culpabilidade da sociedade.

Aqui quero falar um pouco mais sobre Simone de Beauvoir, pois a considero instigante. Ela é tida como uma das papisas do movimento feminista por ter desnudado toda a alma da mulher. Simone, em seu livro O Segundo Sexo, fala de quão frustrante é ser mulher e afirma que nossa biologia é a culpada, já que menstruamos e somos seres amaldiçoados pela capacidade de engravidar. Ela afirma que a força dos homens é um privilégio!

Quanto às mulheres normais, a gravidez, o parto e a menstruação diminuíam sua capacidade de trabalho e condenavam-nas a longos períodos de impotência. Não entendo, homens saem para caçar, arriscam suas vidas para prover para sua família e nós somos as infelizes porque menstruamos e geramos filhos? Ela continua, dizendo que “a fecundidade absurda da mulher impedia-a de participar ativamente na ampliação desses recursos. O homem é quem assegurava o equilíbrio da reprodução e da produção. Assim, a mulher não tinha nem sequer o privilégio de manter a vida em face do macho procriador”. Assim, De Beauvoir afirmava que o homem era o ser privilegiado, que a maternidade era uma desgraça e que a dona de casa era um parasita na sociedade (8).

A terceira onda, totalmente influenciada por tudo isso, é ainda mais extrema. As feministas extremistas são fáceis de identificar. São as que fazem barulho, gritam, urram, xingam. São as que ameaçam, cospem e gostam de causar, de testar os limites da sociedade. São as feministas da atualidade. São meninas que repetem mantras, sem nunca terem passado por nada do que falam. São meninas que aceitam o feminismo como algo natural, como uma maneira de homenagear suas antecessoras.

O interessante é que muitas feministas criam termos novos para as extremistas porque não querem ser associadas a elas. Elas ainda acreditam que o feminismo luta pela igualdade das mulheres e que elas têm uma dívida de gratidão com as “manas”. O que essas meninas não entendem é que a agenda feminista recebe investimento financeiro e político para fazer que mulheres acreditem que nasceram na insuficiência e que precisam do feminismo para defendê-las, quando a verdade é que o feminismo tem sido a única coisa verdadeiramente ruim que aconteceu na vida das mulheres. O feminismo não libertou as mulheres de nada, só as confundiu. Tornou as nossas vidas muito mais difíceis (9).

Existem três princípios dominantes no movimento feminista.

1. Uma visão negativa sobre a mulher e seu lugar no mundo.

As feministas culpam a natureza, a biologia, o governo, a sociedade, Deus, por terem nascido mulheres. Alegam que é um golpe baixo, uma maldição ser do sexo feminino. Culpam os homens e a religião por seus males. E então, cabe às mulheres exigir da sociedade a erradicação do status de dentro dessa estrutura social imperial masculina, status que tem sido negado de maneira injusta às mulheres ao longo da história. Como elas fazem isso? Elas mudam as leis, a educação (do jardim de infância às universidades) e o trabalho.

2. Entre todas as injustiças perpetuadas sobre as mulheres ao longo dos séculos, a mais opressiva é que as mulheres podem gerar filhos e os homens não.

Aqui entra o incentivo ao aborto. Se as mulheres puderem controlar quando terão e se terão seus filhos, se elas puderem terceirizar a educação deles, aí elas chegarão mais perto da tão sonhada igualdade de vida e de trabalho. Extermine os bebês e teremos a igualdade.

3. Não existe diferença entre homens e mulheres, exceto por seus órgãos sexuais.

Elas ignoram as diferenças físicas, cognitivas e emocionais e afirmam que isso não passa de uma construção social, resultado de séculos de restrições e estereótipos impostos por uma sociedade machista e patriarcal. Ao perguntarem para Gloria Steinem se haviam diferenças inerentes, às quais não fosse possível ignorar, ela respondeu: “A sociedade com certeza pode interferir culturalmente para mudar esse comportamento” (10). Negar a biologia ou sobrescrevê-la é, e sempre será, o argumento final de uma feminista.

A grande verdade é que as diferenças de gênero são a coisa mais natural do mundo. Nós somos capazes de admiti-las ao invés de ir contra elas. Aceitar que homens e mulheres são diferentes não significa que mulheres não possam ser advogadas, médicas e engenheiras ou que homens não possam ser pais que ficam em casa, nem admitir que homens e mulheres tenham desejos sexuais idênticos. Afirmar que somos diferentes significa que talvez mais homens do que mulheres gostem de engenharia, ou que mais mulheres do que homens prefiram ficar em casa criando seus filhos, e que mais homens do que mulheres tenham uma libido mais aflorada.

O feminismo tem buscado tornar as mulheres mais masculinizadas e os homens mais femininos. Propagam uma falsa ideia de liberdade feminina que é desmascarada quando uma mulher afirma querer se casar, ser mãe e cuidar do marido e do lar. Pela teoria feminista, a mulher deveria ser livre para tomar essa decisão, certo? Errado. Simone de Beauvoir disse que “nenhuma mulher deveria ser autorizada a ficar em casa para criar os filhos. As mulheres não deveriam ter essa escolha, porque se houver tal escolha, muitas optarão por ela” (11). Linda Hirshman, outra feminista, professora de Estudo das Mulheres da Universidade Brandeis disse: “Acho um erro essas mulheres altamente qualificadas e talentosas fazerem essa escolha. O lugar de um adulto instruído e competente é no escritório.”(12)

Muito se fala da liberdade da mulher, mas a verdade é que, para o feminismo, liberdade significa ser exatamente o tipo de mulher que condiz com a agenda feminista. A mulher é livre para largar a família, mas não para se casar. A mulher é livre para ser sexualmente ativa, mas não para ser mulher de um homem só. A mulher é livre para ser CEO de uma empresa, mas não uma dona de casa. A mulher é livre para andar nua na rua, mas não para se vestir com modéstia. A mulher é livre para ser o gênero superior, mas jamais para ser submissa. Por isso, o casamento sempre será alvo do descontentamento feminista. Veja estas declarações:

O casamento existe para o benefício dos homens, e tem sido um método legalmente sancionado de controle sobre as mulheres. Devemos trabalhar para destruí-lo. O fim da instituição do casamento é uma condição necessária para a libertação das mulheres. Isso nos é importante para encorajar as mulheres a deixar seus maridos e não viver individualmente com homens. Toda a história deve ser reescrita em termos de opressão das mulheres. Precisamos voltar às antigas religiões femininas, como a feitiçaria. – A Declaração do Feminismo, novembro, 1971. (13)

O núcleo familiar deve ser destruído. Seja qual for o seu último sentido, a dissolução das famílias agora é um processo objetivamente revolucionário. – Linda Gordon (14)

Nós não podemos destruir as desigualdades entre homens e mulheres até que se destrua o casamento. – Robin Morgan (15)

Uma outra pauta bastante ouvida é que o feminismo luta por igualdade dos gêneros, e que isso não é dizer que o homem é inferior à mulher. Será mesmo? Já apresentei textos em que Simone de Beauvoir fala do “privilégio masculino” por poder sair para caçar enquanto as amaldiçoadas mulheres menstruam e engravidam.

Uma das feministas mais conhecidas, autora do Manifesto SCUM – Society for Cutting Up Man [Sociedade para Cortar Homens], é Valerie Solanas (16). Muitas feministas – sem conhecê-la, é claro – afirmam que ela é uma extremista e que não representa o movimento como um todo. Mas como disse, gosto de ir direto à fonte e às cabeças do movimento, afinal, são elas que produzem o conteúdo que será repetido como um mantra pelas demais seguidoras. Ti-Grace Atkinson, presidente nova-iorquina da Organização Nacional para as Mulheres (NOW), a descreveu como “a primeira vitoriosa defensora da libertação feminina” e “uma heroína do movimento feminista”. Solanas tentou matar Andy Warhol e, durante seu julgamento, Florynce Kennedy, outra feminista da NOW a defendeu e disse que ela era uma das principais porta-vozes do movimento feminista. Dana Heller, feminista, diz que Solanas foi “muito consciente das organizações feministas e do ativismo”. Ou seja, apesar de muitas não gostarem disso, Valerie Solanas representa o feminismo também.

Esse ódio aos homens é também um dos pontos-chave do movimento. Elas dizem: “Uma mulher sem um homem é como um peixe sem bicicleta”. Mas se o homem e a mulher são complementares, uma mulher sem um homem é nada. E um homem sem uma mulher, também.

Sally Miller, autora feminista, disse que “a proporção de homens deve ser reduzida e mantida em aproximadamente 10% da raça humana”.(17) Andrea Dworkin, outra feminista, diz: “Sob o patriarcado, o filho de cada mulher é o seu traidor em potencial e também o estuprador inevitável ou explorador de outra mulher”.(18)

Como se identificam pautas feministas? É bem simples, na verdade. O foco sempre será dado à mulher. O homem sempre será o bandido, o agressor, o causador de todos os problemas, e sua dor sempre será ignorada. Por exemplo, ao falar da criação de abrigos para mulheres de ruas, usou-se uma pesquisa que mostrava que uma entre quatro pessoas moradoras de ruas era mulher. Isso me entristece. Adoraria que ninguém chegasse a esse ponto na vida, mas isso não justifica ignorar que três entre quatro moradores são homens! (19) Isso não é igualdade! Igualdade seria falar: “Vamos criar abrigos para mulheres E homens”.

Quando escuto que “todo homem é um estuprador em potencial”, isso revira meu estômago. Não é verdade! Meu pai não é! Meus tios não são! Meus primos, amigos, conhecidos também não! Muito pelo contrário, são homens que defenderiam qualquer pessoa que estivesse passando por algo parecido com um abuso ou estupro. Sempre falo que criminosos não tem sexo, sexualidade, raça, religião, idade, classe social. Afirmo com dor no coração que mulheres também são capazes de cometer atrocidades. Mulheres não são seres divinos e sem maldade. Estupro, para o feminismo, é uma palavra que se usa a qualquer momento. Entendam, eu não sou a favor de qualquer invasão à sua propriedade e vejo o corpo como sendo a nossa maior propriedade. Mas é desigual considerar que toda e qualquer relação entre homem e mulher deva ser avaliada e consentida apenas a partir da lógica da mulher.

Com a banalização do que é estupro, o movimento feminista tornou tudo que um homem faz para uma mulher um estupro. O número de casos crescente de falsas acusações é um reflexo dessa imagem de que a mulher é sempre a oprimida e que sua voz conta mais do que provas concretas que afirmam o contrário.  Dou um conselho aos homens: tomem cuidado com o tipo de mulher com quem você está se relacionando. Existem mulheres dispostas a acabar com a sua vida por pouco. “Homens que são injustamente acusados de estupro podem, por vezes, aprender com a experiência” (Catherine Comins, escritora feminista) (20).

O feminismo tem sido um câncer em nossa sociedade. Ele está lá dentro, destruindo pouco a pouco as nossas células, nossas meninas e meninos. Ele está crescendo e seu objetivo é a destruição de tudo que conhecemos. Falo isso com dor no coração. Desmascarar o feminismo é algo muito difícil, pois vai contra o politicamente correto e seus justiceiros sociais. Creio em Deus, sou dEle e não me calarei.

“Não se amoldem ao padrão deste mundo”. Rm 12.2a

Thais Azevedo, convidada especial.


(1) https://en.wikipedia.org/wiki/Universal_suffrage

(2) Steve Moxon. The Woman Racket –  True Sufferers for Suffrage.

(3) Women’s Social and Political Union. Disponível em: http://spartacus-educational.com/WpankhurstE.htm. Também mencionado em http://spartacus-educational.com/WpankhurstC.htm

(4) https://www.avoiceformen.com/feminism/pankhurst-the-white-feather-betrayal-of-history/

(5) Arson Campaign. Disponível em: http://spartacus-educational.com/WpankhurstE.htm

(6) Betty Friedan. Mística Feminina. 1963.

(7) First World War. Disponível em: http://spartacus-educational.com/WpankhurstE.htm

(8) Simone de Beauvoir. O Segundo Sexo.

(9) Você pode ler mais sobre as múltiplas faces do feminismo em A Voice for Men

(10) Entrevista disponível em: http://www.pbs.org/kued/nosafeplace/interv/steinem.html

(11) Simone de Beauvoir. Ibid.

(12) Linda Hirshman. Disponível em: http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/06/16/AR2006061601766.html

(13) Declaration of Feminism

(14) Linda Gordon. Functions of the Family, WOMEN: A Journal of Liberation, Fall, 1969.  

(15) Robin Morgan. Sisterhood Is Powerful, (ed), 1970, p. 537

(16 ) Manifesto da Sociedade para Destruir os Homens. Disponível em: Society for Cutting Up Man Manifest.

(17) Sally Miller. The Future — If There Is One — Is Female. Disponível na antologia Reweaving the Web of Life: Feminism and NonviolencePam McAllister (editor), 1982.

(18) Andrea Dworkin. The Root Cause. Palestra dada em 26 de Setembro de 1975, no Massachusetts Institute of Technology, Cambridge. Publicado em Our Blood, cap. 9, 1976.

(19) Mapa da Violência do Ministério de Saúde de 2010. Disponível em: http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2010/MapaViolencia2010.pdf

(20) Esta afirmação e outras informações sobre acusações falsas de estupro podem ser encontradas em: http://falserapesociety.blogspot.com/2010/05/catherine-comins-actual-quote-about.html